Aproximou-se da marquise do STF e proferiu frases desconexas, dizendo ser 'imperador das Forças Armadas do Brasil'. A segurança o afastou da área do plenário; ele não foi preso e foi conduzido para a parte externa.
Um homem foi contido nesta quinta-feira (8) pela equipe de segurança do Supremo Tribunal Federal (STF) após tentar entrar no edifício-sede da Corte, onde está localizado o plenário.
O episódio aconteceu quando o homem se aproximou da marquise do prédio e passou a proferir frases desconexas. Segundo relato das autoridades, ele se identificou como “imperador das Forças Armadas do Brasil” antes de ser afastado da área de acesso ao plenário.
“imperador das Forças Armadas do Brasil”
De acordo com o STF, o homem não chegou a ser preso e foi conduzido para a parte externa do tribunal. A identificação vocal e a retirada do local foram feitas pela equipe de segurança do próprio tribunal, responsável pela proteção imediata do edifício-sede.
O caso se somou a outra ocorrência registrada na semana anterior, quando um homem foi preso pela Polícia Judiciária ao tentar pular as grades de proteção do edifício. Naquela ocasião, o esquadrão antibomba da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi acionado após o suspeito ter lançado uma mochila em uma parada de ônibus em frente ao Supremo. Após varredura, a PMDF descartou a presença de explosivos.
Os episódios recentes ressaltaram a atuação conjunta de diferentes forças encarregadas da segurança no entorno e no interior do STF: a Polícia Judiciária, que realiza a segurança interna, e a Polícia Militar do Distrito Federal, responsável por procedimentos especializados como varredura do esquadrão antibomba quando há suspeita de objetos potencialmente perigosos.
Especialistas em segurança pública e instituições jurídicas costumam destacar que ações rápidas de contenção e protocolos de verificação são adotados para preservar o funcionamento das cortes e a segurança de servidores, ministros e visitantes. Em casos semelhantes, procedimentos padrão incluem identificação do indivíduo, contenção, condução para área externa e, quando necessário, chamada de equipes técnicas para inspeção de objetos.
Não há registro público de prisão neste episódio específico, segundo a comunicação do tribunal, e as circunstâncias sobre a motivação do homem ou eventuais encaminhamentos administrativos ou judiciais não foram detalhadas pelas autoridades no comunicado divulgado.