O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino determinou neste domingo (24) que a Polícia Federal investigue a aplicação de R$ 694 milhões em recursos de 964 emendas parlamentares individuais de transferência especial, conhecidas como “emendas pix”, que seguem sem destinação definida.
Dino estabeleceu o prazo de dez dias úteis para que o Tribunal de Contas da União (TCU) identifique o autor e o estado de cada emenda e encaminhe os dados às superintendências da PF para abertura de inquérito.
Em fevereiro deste ano, o STF determinou que o cadastro de plano de trabalho passasse a ser obrigatório também para emendas já pagas. Na época, havia mais de 8.200 projetos sem registro. Em março, o número caiu para 6.760 e, em agosto, restavam 964 sem plano definido.